- Na minha casa tinha uma cadela. Todas as vezes que alguém apertava a campainha, ela ia até a porta, olhava quem era, balançava a cabeça, voltava para dentro de casa, e nós avisava que havia alguém na porta. Ela iá até a porta conosco, receber tal pessoa... acompanhava a visita desde de o portão até a sala, ao seu lado... Ao sentar-se, a cadela sentava-se ao seu lado, com as patinhas fora do estofado... para não o sujar. Quando a visita ia embora, a cadela o acompanhava novamente até a porta, balançava a cabeça, como antes, para despedir-se.
Quero dizer... tanto há animais que se portam como pessoas, como pessoas que se portam como animais (referindo-se aos alunos bagunceiros da sala).
(Assis Alves - Coordenador Disciplinar, CDF)
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