(Amor: Análise rápida - Isaac Rennê)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
É Preciso Saber Amar
O poeta diz, "é preciso saber viver." Acho que nessa frase implica-se uma infinidade de variáveis, todas elas dignas de nota. Mas a que eu irei citar aqui é a que, em minha visão (limitada e infantil), se aplica a muitos dos que vejo devanear sobre o amor (alheio ou não), por aí. "É preciso saber amar." Um tanto quanto igual, um tanto quão diferente... Quero dizer, também nesta implicam-se uma infinidade de variáveis, também dignas de nota, mas o MAIOR problema desta (tanto quanto o dá outra, ou não), é que, tudo... Sem exceções... Tudo, depende de você. Por favor, não venha-me dizer "Mas e se for um amor não correspondido?", problema seu... O amor é seu, você quem ama, você que se vire, ué. Cansei de ver gente que amava perdidamente alguém e, quando se declarou e descobriu que está pessoa não sentia o mesmo, nem ligou. Porquê? Porque nada mudou... Ela continuou amando aquela pessoa por muito tempo, mesmo não sendo correspondida... Não sofreu, o amor se esvaiu naturalmente, e este mesmo até namora (e não é a qual ele amava na ocasião citada). Mas aí, algum retardado mental vai concordar e dizer, "É, eu sou correspondido mas não sou feliz." Porque nem tudo é como você quer, né? Você ama, ela te ama. Vocês se amam! Vocês estão juntos... Porque falta "aquilo", um "quê", um "H", um "mais." Porque para quem realmente tem uma expectativa grande em relação ao amor... Sinto dizer-lhe... "Pimenta nos olhos dos outros é refresco." Ninguém vai parar a própria vida para te assistir morrer (não para sempre). Você tem que se contentar com o amor que você recebe... Se você o espera... Se esperava de mais ou de menos, tens de adaptar-se a tua realidade. Você tem de esquecer o que você quer, e lembrar do que você merece.
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