terça-feira, 14 de junho de 2011
Poetry for the poisoned pt. II - So long
Até que a luz do dia seja vista, um minuto a mais, deite-se, eu sei que você deve estar quase lá, um beijo sangrento, e, pelo resto de seus dias no sol a visão de um sonho, à luz branca eu estou calma, mas peculiarmente fria, sono silencioso e, senhor tenha misericórdia de minha alma bem desperta. Até logo, sua tristeza se foi, me mostre qual é a sensação de estar vivo, sem mais negação, até logo, vamos encontrar um lugar onde possamos nos esconder, até logo, você me alimentou por muito tempo, e por Deus você me alimentou bem.. Durma bem, este dia pertence à você, minha querida, e eu estou atado como uma fera à sua presa, nós somos da mesma espécie, você e eu !
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