Quando um indivíduo-alvo conciente diz prezar a amizade, ele não pode, muito menos deve ser vingativo. A partir do momento em que um ser vingativo diz prezar a amizade, está mentindo a si mesmo e se predispondo a ser falso perante as amizades que ele "supostamente preza" - por consequência decepcionaria ou ofenderia aos que estão ao ser redor, incluindo assim suas próprias amizades.
Se o individuo, acima de tudo dá valor a amizade, e passa a ser vingativo, ele apenas está sendo sensato - contanto que o motivo da vingança não seja um contra-avante perante suas amizades; sendo assim estaria ele apenas usando seu "instinto de preservação as pessoas que preza", dando jus ao que diz valorizar, a amizade.
Indivíduos vingativos são egoístas, por consequência não prezam como se deve as amizades, são falsos, mentirosos, dissimulados e, às vezes, perigosos.
Indivíduos que prezam a amizade acima de tudo, são altruístas e tendem a ser verdadeiros, são empáticos e protetores, podendo ser vingativos para proteger seus amigos.
(Isaac Rennê)
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